Giras do saber: religiosidades afro

A roda de conversa “Giras do saber: religiosidades afro-indígena-brasileira” está programada para 7 de novembro de 2026, no Sesc Pinheiros. A atividade aborda a presença negra na formação da espiritualidade brasileira.

Segundo a programação do Sesc São Paulo, o encontro integra o Festival Sesc Culturas Negras. A conversa propõe tratar de religiões criadas no Brasil e das relações com o cristianismo e as práticas indígenas.

Participam Bàbá Gill Ominirò, Gabriel Dacc, Lídia Maria de Lima e Luciana Bispo. A atividade gratuita começa às 15h, na Sala de Oficinas, no 2º andar, e tem duração prevista de 120 minutos.

O grupo reúne pessoas com trajetórias distintas: Bàbá Gill Ominirò é sacerdote de candomblé há 40 anos, enquanto Lídia Maria de Lima é teóloga evangélica. Também integram a conversa pesquisadores de religiosidades afro-brasileiras e uma assistente social e Ìyálòrì¿à.

Presença negra e encontros entre tradições religiosas

Na apresentação do Sesc São Paulo, a conversa toma como eixo a presença negra na formação da espiritualidade brasileira. A proposta aborda tradições religiosas constituídas no país e suas relações com outras práticas.

A descrição da atividade inclui religiões criadas no Brasil e o sincretismo com a religião cristã. Esses temas compõem um dos recortes anunciados para a roda de conversa.

As práticas indígenas também integram a pauta, conforme a programação. O título do encontro reúne essas aproximações sob a expressão religiosidades afro-indígena-brasileiras.



Trajetórias dos participantes da roda de conversa

Segundo a apresentação do evento, Bàbá Gill Ominirò é antropólogo, escritor e pesquisador das religiões afro-brasileiras, com foco no Candomblé Kétu. Também atua como educador há mais de 10 anos, dedicando-se à difusão da cultura yorùbá e do candomblé.

Gabriel Dacc pesquisa religiosidades afro-brasileiras e afro-indígenas, além de tradições espirituais marginalizadas no Brasil. Historiador e escritor, desenvolve estudos sobre as macumbas brasileiras, a Umbanda, a Kimbanda e outras expressões da religiosidade popular; também atua como sacerdote e liderança religiosa.

Lídia Maria de Lima é teóloga formada pela Universidade Metodista de São Paulo, mestre em Ciências da Religião, comunicadora e pedagoga. A programação informa que ela integra a Rede de Mulheres Negras Evangélicas, o coletivo Ciranda de Fé e o coletivo Agar: Teólogas Negras Evangélicas, e trabalha na interface entre fé, educação, comunicação e direitos humanos.

Luciana Bispo é assistente social graduada pela PUC-SP e Ìyálòrì¿à do Ilê Obà Asé Ogodò, além de consultora de diversidade e relações étnico-raciais. De acordo com a apresentação, atua há 20 anos na defesa dos direitos humanos de crianças, adolescentes e jovens, com ações que articulam assistência social, cultura, educação e valorização das tradições afro-brasileiras.

Serviço

  • Evento: Giras do saber: religiosidades afro-indígena-brasileira
  • Data: 07/11/26, sábado
  • Horário: às 15h
  • Local: Sala de Oficinas – 2º andar, Sesc Pinheiros
  • Entrada: Grátis


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